O dia começou cinza.
Talvez, a ficha estava caindo.
Familiares tentavam me animar.
Amigos, funcionários do hospital… mas em vão.
Tristeza? Era compreensível, né.
Logo pela manhã uma notícia:
vaga no outro hospital.
Correria com a papelada.
Sou carregado de um lado para o outro.
Meu Deus! A médica responsável foi embora.
Ainda bem que voltou para ajudar. Obrigado Dra Juliana!
Transferência preparada. Despedida longa, regada a lágrimas e muitas fotos.
Ambulância e sirene ligadas. Fui…
Um enfermeiro me distraía durante o percurso. Sem demora, chegamos.
Fisioterapia? Só na segunda!
Aquele dia ainda era sexta.
Queria começar logo.
Ah, mas pelo menos já estava ali. Obrigado, Deus!
Um colega de quarto? Legal!
Imóvel. Sem reação. Que pena.
Dia intenso, mas a D. Nadir estava lá — e sem reclamar, viu.
E sobre a tristeza?
Ocupei tanto a mente durante o dia…que ela não encontrou espaço.
Quer conhecer quem está por trás do Escrita em Chama?
Leia meu testemunho e descubra como Deus transformou minha história.
Uma Vida Que Mudou Num Piscar de Olhos
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